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Off Pitch

Blogue do treinador Bruno Dias

As 5 pessoas com quem passas mais tempo!

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Jim Rohn afirma que somos a média das 5 pessoas com quem mais convivemos quer profissionalmente, quer financeiramente, quer fisicamente enfim nas diferentes áreas da vida.

A remota ideia que somos nós os influenciados e não os influenciadores toldará inevitavelmente a predisposição para aceitar a mensagem que o empreendedor e palestrante americano nos pretende passar.

Se num ato de loucura ou sanidade medíssemos esta ideia na sociedade que somos protagonistas?! Provavelmente, os resultados espelhariam a pertinência da mensagem de Rohn.

Será esta a primeira ação para compreendermos o caminho que estamos a percorrer e quais os aliados que escolhemos para o alcançar.

Somos seres sociais e tendemos a ajustar-nos ao ambiente onde estamos inseridos, nesse contexto não estão só mesas, cadeiras, sofás ou balcões mas essencialmente estão pessoas com princípios, valores e hábitos diferentes que são responsáveis pelo que somos.

Podemos ir de influenciados a influenciadores, porque temos o poder de escolha, como escrevemos aqui.

E tu como escolhes ser influenciado? E quem pretendes influenciar?

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Compromisso(s)! Como conseguir?!

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É um valor notável e diferenciador dos grandes líderes.

Determina grande parte do sucesso colectivo e do carácter de cada um.

É dar sem esperar receber e certos que o retorno é inevitável.

E como fazer?

Genuinidade

Ser genuíno a dar os 100% que somos capazes a cada dia, sem esperar receber nada em troca, com o propósito de criar valor.

Acrescentar Valor

Compreender o valor que conseguimos acrescentar e torna-lo útil para que a outra pessoa seja capaz de utilizar para concretizar os seus objectivos.

Coerência e credibilidade

Agir de acordo com o que dizemos. Somos tão mais coerentes quanto menor distância existir entre as nossas palavras e as nossas acções.

E tu como consegues gerar compromissos?

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Eu tenho o poder da escolha!

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O custo oportunidade é mais que um conceito económico, provavelmente, poderá ser visto como um princípio que em cada decisão do quotidiano nos convida a dar prioridade a algo em detrimento de outra qualquer coisa.

Também é transversal porque é o mesmo para as decisões conjunturais e as estruturais (tema abordado AQUI), ou seja, é uma espécie de inevitabilidade que quando mais rapidamente aprendermos a lidar, maior consciência teremos das decisões a tomar a cada momento.

Se escolho almoçar fora todos os dias, poderei ter de abdicar, da poupança que pretendo fazer até ao final do ano para fazer aquele estágio que quero.

Se escolho ver televisão durante horas, o custo oportunidade poderá abdicar de desenvolver as competências que preciso para dar mais um passo na minha carreira profissional.

Vários poderiam ser os exemplos a referir, o que mais importante realçar é que o custo oportunidade está inerente a um poder de escolha, que é único e, deve ser, intransmissível de cada um de nós pelo que o seu bom uso determinará os resultados que iremos obter no futuro.

A escolha na forma como utilizamos todos os recursos que temos disponíveis sejam materiais, ex: o dinheiro, é o que a sociedade tende a valorizar mais, ou imateriais, ex: o tempo, o mais justo recurso disponibilizado pelo universo, determinam o nosso percurso bem como o tempo que o demoramos a percorrer.

Escolho aperfeiçoar-me a cada dia, aprender com os melhores e desfrutar do maior tempo possível com as pessoas e atividades que amo.

E as tuas escolhas quais são?

E a ti quem te alimenta a mente?

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Em Novembro, 2017, fui convidado para colaborar na formação de treinadores de grau I.

Até ao momento, já formei mais de 200 candidatos a treinadores e alguns já colegas de profissão.

Em partilha com eles sobre as maiores dificuldades encontradas no percurso, verificámos que o acompanhamento durante o estágio ou a sua ausência foi um dos grandes desafios.

A experiência não é aquilo que é vivido por cada um, a experiência é aquilo que cada um faz com aquilo que viveu. Esta ideia de Aldous Huxley sustenta a importância da reflexão no processo de crescimento do treinador.

Refiro diversas vezes, do ciclo de trabalho do treinador, a tarefa que mais depende o seu crescimento é a reflexão.

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“Quem só teoriza não sabe, quem só pratica repete” Manuel Sérgio

Esta necessidade de teorizar a prática é característica dos treinadores melhor preparados.

O tempo que teria poupado, no meu crescimento, se tivesse tido os tutores / mentores certos desde que iniciei a minha carreira de treinador.

Felizmente, encontrei-os ao longo do percurso e eles guiam-me num crescimento exponencial.

Quem são os teus tutores / mentores?

Ser referência é um problema!

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Imagina que encontraste a tua casa de sonho, mas como era o teu sonho e na tua ideia aquela casa era caríssima, impossível para os teus bolsos (disponibilidade financeira) então nem tiveste coragem de perguntar ao vendedor, que era teu amigo, quanto custava a casa.

Na semana seguinte, passaste próxima da casa, para sonhares mais um pouco e a placa já dizia “Vendida”.

Cabisbaixo, foste ao café mais próximo, encontraste o teu amigo vendedor do imóvel, sem nada a perder (a tua verdade já era real, não podias comprar a casa), tiveste coragem e perguntaste qual o preço da tua casa de sonho.

O vendedor informo-te do valor do negócio que fez e tu não acreditaste. Só?! Se soubesse podia ter comprado a minha casa de sonho, desabafaste.

O teu amigo, disse-te, nunca mostraste interesse na casa, foi uma oportunidade enorme porque o proprietário tinha pressa de vender.

Este também é um desafio do mercado, não raras vezes, os compradores, sejam eles dirigentes, coordenadores ou empresários de qualquer ramo também reconhecem as tuas competências, valorizam-nas e como te consideram inalcançável, têm medo de não conseguir contratar-te e por isso não tentam.

Parece a ideia de rejeição ser mais insuportável que a ideia de alcançar o que muitos consideram impossível e ser pior esse sentimento do que a ideia de ter tentado tudo para alcançar o que realmente queremos!

E a ti o medo de rejeição também bloqueia as acções que necessitas de fazer para alcançares os teus objectivos?

Primeiro És, Depois Tens!

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A cultura de imediatismo que dita leis na sociedade global, promove a necessidade de ter tudo o que desejamos rapidamente, se possível, após um único clique.

Esta visão parece desvalorizar o caminho necessário para alcançar os desejos de cada um e a importância que este tem para a aquisição de competências que são determinantes para o alcançar dos resultados pretendidos.

São as competências, aquilo que cada um de nós é, e fundamentalmente a forma como as usamos que nos permite ter o que tanto ambicionamos.

A busca constante de novas competências é uma via possível para o crescimento, contudo não é a única, a capacidade de as utilizar (as competências) em diferentes contextos é, também, forma expandir a zona de conforto demonstrando o quão cimentado está o ser que continuamos a construir.

Com o foco na sua capacidade de demonstrar o que é, num contexto diferente, mas no seu meio (o treino e o jogo) João Félix apresentou-se em Madrid disposto a continuar a crescer e “apenas” focado nas suas competências.

O que é, fará com que tenha o que merece!

Vai (re)começar!

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A época 2019-2020, oficialmente, começa amanhã. Renascem a esperança e os sonhos de atletas, treinadores, dirigentes e adeptos de alcançar o sucesso, tenha essa palavra o significado que tiver para cada um deles, tema que já abordámos aqui, normalmente, é distinto apesar de o denominador comum serem as vitórias e troféus.

Importa antes de (re)começar, deixar cair o pano sobre época 2018-2019, a reflexão sobre a mesma, deverá dominar o dia e permitir extrair dela os ensinamentos devidos para (re)começar mais forte.

Esta breve (ou mais demorada) reflexão funcionará como um ponto de controlo, no mapa global que é o percurso que estamos a efectuar em direcção aos nossos objectivos permitindo o reforço das nossas forças e deixar-nos alerta para os pontos que necessitamos de continuar a melhorar para que este caminho nos leva a bom porto.

Quais as estratégias que utilizas para optimizar os pontos de controlo?

Terminado o primeiro semestre do ano, quais são os objectivos para o segundo?